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	<title>Portfólio de webdesign e programação php.</title>
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		<title>Metodos estáticos e propriedades no PHP POO</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 19:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso da keyword static permite que os membros das classes (métodos e propriedades) serem usados sem necessidade de instanciamento (fazer um objeto da classe).  Exemplo de uso: public static myClass {&#8230;
Porque não há objeto criado quando se chama o static, o this-&#62; não são disponíveis no caso. O static pertence a classe e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O uso da keyword <strong>static</strong> permite que os membros das classes (métodos e propriedades) serem usados sem necessidade de instanciamento (fazer um objeto da classe).  Exemplo de uso: <strong>public static</strong> myClass {&#8230;<br />
Porque não há objeto criado quando se chama o <strong>static</strong>, o <strong>this-&gt;</strong> não são disponíveis no caso. O <strong>static</strong> pertence a classe e não ao objeto. Para acessar o <strong>static</strong> dentro da própria classe usa-se <strong>self</strong> com <strong>:: ,</strong> veja um exemplo:</p>
<p> </p>
<p>&lt;?php</p>
<p style="padding-left: 30px;">class counter {</p>
<p style="padding-left: 30px;">/* variável contador */</p>
<p style="padding-left: 30px;">private static $count = 0;</p>
<p style="padding-left: 30px;"> </p>
<p style="padding-left: 30px;">/* Construtor */</p>
<p style="padding-left: 30px;">function __construct() {</p>
<p style="padding-left: 30px;">  self::$count++;</p>
<p style="padding-left: 30px;">}</p>
<p style="padding-left: 30px;"> </p>
<p style="padding-left: 30px;">/* Mostra o count atual */</p>
<p style="padding-left: 30px;">public static function getCount() {</p>
<p style="padding-left: 30px;"> return self::$count;</p>
<p style="padding-left: 30px;">}</p>
<p style="padding-left: 30px;">} /* A class termina aqui */</p>
<p> </p>
<p>/* cria uma nova instancia */</p>
<p>$count = new counter();</p>
<p> </p>
<p>/* revela o count */</p>
<p>echo counter::getCount() . &#8216;&lt;br /&gt;&#8217;;</p>
<p> </p>
<p>/* cria outra instancia */</p>
<p>$next = new counter();</p>
<p> </p>
<p>/* revela o count */</p>
<p>echo counter::getCount().&#8217;&lt;br /&gt;&#8217;;</p>
<p> </p>
<p>/* um terceiro instanciamento */</p>
<p>$third = new counter;</p>
<p>echo counter::getCount().&#8217;&lt;br /&gt;&#8217;;</p>
<p>?&gt;</p>
<p> </p>
<p>A cada novo instanciamento o construtor incrementa 1 (um) à variável <strong>static</strong> count.</p>
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		<title>Dicas de um bom design para ambiente web</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 19:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Organização Espacial
 
Composição de Formas
Para se desenvolver uma boa composição visual é necessário saber direcionar os olhos de quem está vendo para pontos importantes do seu layout, esse direcionamento deve ser consciente e planejado, saber equilibrar e dar movimento à composição serão os principais objetivos do designer.
Muitas vezes quando estivermos criando layout, vamos nos deparar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><strong>Organização Espacial</strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Composição de Formas</strong></p>
<p>Para se desenvolver uma boa composição visual é necessário saber direcionar os olhos de quem está vendo para pontos importantes do seu layout, esse direcionamento deve ser consciente e planejado, saber equilibrar e dar movimento à composição serão os principais objetivos do designer.</p>
<p>Muitas vezes quando estivermos criando layout, vamos nos deparar com o problema da distribuição dos elementos gráficos. O designer deve tomar todas as decisões para a composição e os resultados dessas decisões determinam o objetivo e o significado do que é recebido pelo espectador! Assim sendo o designer exerce controle sobre o trabalho e direciona o projeto para o público que ele quer atingir.</p>
<p>Para obter um resultado compositivo satisfatório é preciso conhecer um pouco sobre como funciona a percepção humana e também algumas regras que para alguns é denominada programação visual intuitiva.</p>
<p> </p>
<p><strong>Equilíbrio</strong><br />
Equilíbrio é um elemento importantíssimo em toda criação, seja para uma página de Internet, revista impressa, panfletos ou obras de arte. É considerada referência visual mais forte para o homem, chamada de constante inconsciente formada pelos eixos vertical e horizontal.</p>
<p>O equilíbrio pode ser: simétrico, simétrico na forma e assimétrico na cor ou ainda ter uma simetria aproximada.</p>
<p>Equilíbrio num projeto gráfico significa saber distribuir com uniformidade os elementos gráficos que compõem o projeto, e também saber distribuir esses elementos pela sua importância, ou seja, saber qual destaque cada elemento gráfico merece receber dentro do layout.</p>
<p>Um layout equilibrado, é aquele sem grandes &#8220;buracos&#8221; entre os textos, imagens ou títulos, é importante distribuir os elementos gráficos proporcionalmente pela área de visão, e também buscar um equilíbrio das cores para que não ocorram grandes “quebras” no visual (a não ser que essa seja a sua intenção e seja muito bem elaborada para que não pareça um erro no final), procure utilizar poucas cores como base para a construção do layout.</p>
<p> </p>
<p><strong>Tensão</strong><br />
Tanto para o emissor quanto para o receptor da informação visual, a falta de equilíbrio e regularidade é um fator de desorientação.Sempre buscamos um eixo de retas perpendiculares para a área onde olhamos primeiro e reconhecemos a presença ou ausência de equilíbrio da forma.</p>
<p> </p>
<p><strong>Intuição<br />
</strong>Um exemplo que ocorre com frequencia é que as pessoas costumam observar os detalhes de um desenho no sentido da esquerda para a direita, de cima para baixo, então é importante destacar algumas áreas num layout como sendo pontos &#8220;estratégicos&#8221;, isso não precisa ser necessariamente uma regra a ser sempre seguida, e dependendo dos outros elementos contidos no &#8220;desenho&#8221; esses pontos &#8220;estratégicos&#8221; podem perder um pouco da sua força.</p>
<p>Em Web design podemos observar que na maioria das vezes a marca da empresa ou logotipo estão presentes no topo da página e no canto esquerdo superior, o que na teoria é o primeiro ponto observado num layout.</p>
<p>Menus sempre são procurados pelo espectador abaixo do topo ou a esquerda do layout, o endereço para contato, ou e-mail, quase sempre é o último tópico do menu, etc. É importante ter bom senso para não perdermos totalmente a intuição em um layout, isso sem perder a liberdade de criação.</p>
<p> </p>
<p><strong>Elementos Básicos</strong></p>
<p>Os elementos visuais constituem a substância básica daquilo que vemos, e seu número é reduzido: o ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a dimensão, a escala e o movimento. Com eles fazemos nossas combinações seletivas.</p>
<p>Uma determinada forma básica tem seu valor independente que pode ser modificado quando relacionado com outras formas.</p>
<p> </p>
<p><strong>O ponto</strong><br />
Qualquer ponto tem grande poder de atração visual sobre o olho, exista ele naturalmente ou tenha sido colocado pelo homem em resposta a um objetivo qualquer.</p>
<p>Fazemos o reconhecimento de formas através de um agrupamento de pontos. Ex.: régua, jogo de ligar os pontos.</p>
<p> </p>
<p><strong>A linha</strong><br />
Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identificá-los individualmente, aumenta a sensação de direção, e a cadeia de pontos se transforma em outro elemento visual distintivo: a linha.</p>
<p> </p>
<p><strong>A forma</strong><br />
Na linguagem das artes visuais, a linha articula a complexidade da forma. As 3 formas básicas são: círculo, triângulo equilátero e quadrado.</p>
<p>Todas as formas são figuras planas e simples, fundamentais, que podem ser facilmente descritas e construídas, tanto visual quanto verbalmente.</p>
<p>A partir da combinação e variações infinitas dessas três formas básicas, derivamos todas as formas físicas da natureza e da imaginação humana.</p>
<p> </p>
<p><strong>Direção</strong><br />
As formas básicas também apresentam direções característica a elas: horizontal e vertical, diagonal e curva.</p>
<p> </p>
<p><strong>Tom</strong><br />
As variações de luz ou de tom são os meios pelos quais distinguimos oticamente a complexidade da informação visual do ambiente. Vemos o que é escuro porque está próximo ou se superpõe ao claro, e vice-versa. As relações são sempre por comparação.</p>
<p> </p>
<p><strong>Cor</strong><br />
Em sua formulação mais simples, a estrutura da cor pode ser ensinada através do círculo cromático. As cores primárias (amarelo, vermelho e azul), e as cores secundárias (laranja, verde e violeta) aparecem no diagrama. Pode-se incluir também as cores intermediárias a essas.</p>
<p>Temos alguns pontos a ressaltar sobre cor: elas podem apresentar-se saturadas (cor com tom 100%) ou acromáticas (variação de tom de 99 a 1%).</p>
<p> </p>
<p><strong>Textura</strong><br />
A textura é o elemento visual que serve de substituto para as qualidades de outro sentido, o tato.</p>
<p> </p>
<p><strong>Escala</strong><br />
Todos os elementos visuais são capazes de se modificar e se definir uns aos outros. O processo constitui, em si, o elemento daquilo que chamamos de escala.</p>
<p>A escala pode ser estabelecida não só através do tamanho relativo das pistas visuais, mas também através das relações com o campo ou com o ambiente.</p>
<p> </p>
<p><strong>Dimensão</strong><br />
Nenhuma forma de representação da dimensão é possível sem a ilusão. A dimensão está sempre implícita na forma e depende das relações feitas na composição. Ela fica bem evidente nas composições que utilizam a perspectiva.</p>
<p> </p>
<p><strong>Movimento</strong><br />
O elemento visual do movimento se encontra mais frequentemente implícito do que explícito no modo visual. Porém, o movimento talvez seja uma das forças visuais mais dominantes da experiência humana.</p>
<p>O movimento da composição acontecesse por causa dos elementos compositivos que o cérebro busca através do olho como os eixos de equilíbrio e os sentidos e direções presentes.</p>
<p> </p>
<p><strong>Baseado no material do professor de Design da Universidade Anhembi Morumbi &#8211; Andrej Grujic.</strong></p>
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		<title>O que é o webdesign</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[WEB DESIGN E WEB DESIGNER
(Design e Designer)
Antes de mais nada, acho importante deixar bem claro que um &#8220;Web designer&#8221; nada mais é do que um Designer especialista em Internet, o termo web designer vem sendo muito difundido e repetido à exaustão nos últimos anos, tudo bem, o termo se refere ao profissional de design que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>WEB DESIGN E WEB DESIGNER<br />
(Design e Designer)</p>
<p>Antes de mais nada, acho importante deixar bem claro que um &#8220;Web designer&#8221; nada mais é do que um Designer especialista em Internet, o termo web designer vem sendo muito difundido e repetido à exaustão nos últimos anos, tudo bem, o termo se refere ao profissional de design que trabalha com Internet, mas nunca devemos esquecer que para isso, o profissional deve ter muito bem definidos vários conceitos de cores, formas, usabilidade, e até marketing, isso desqualifica pelo menos 80% dos “webdesigners” de plantão, não basta saber &#8220;usar&#8221; o Frontpage ou Dreamweaver, saber copiar algumas imagens de outros sites e roubar alguns códigos por aí, claro que muita gente vai dizer que “nesse mundo nada se cria, tudo se copia”, mas essas pessoas também não devem saber a diferença entre plágio e referência, essa pode ser a diferença entre contratar o &#8220;sobrinho&#8221; ou um amigo micreiro e um verdadeiro profissional de Design.</p>
<p> </p>
<p>A Internet tem como principal característica o rápido acesso às informações, o webdesigner ou designer é o grande responsável em aliar um visual bonito, atraente aos olhos dos visitantes e que seja condizente com a proposta do projeto, à facilidade de navegação do site. Para isso, é necessário além da criatividade, alguns conhecimentos básicos de técnicas de design e informática.</p>
<p> </p>
<p>Na Internet “imagem” é tudo, ou quase tudo, portanto um webdesigner tem que saber exatamente os elementos que deve ou não utilizar em cada projeto. Beleza e bom gosto fazem parte do processo, mas são aspectos subjetivos, afinal qual o conceito de belo ou feio guardadas as devidas proporções ? Uma das principais tarefas do webdesigner é observar e desenvolver os aspectos funcionais do site e procurar simplificar ao máximo a navegação, o visitante deve saber exatamente aonde encontrar o que deseja, a isso vamos chamar de navegação intuitiva.</p>
<p> </p>
<p>Para isso, é importante ter uma visão do design de um site como um todo, e não apenas como um amontoado de elementos fragmentados que constituirão o resultado final. Conhecer alguns conceitos como equilíbrio dos elementos visuais e utilização das cores são fundamentais nesse tipo de processo criativo, além de organização.</p>
<p> </p>
<p>Toda forma de mídia tem elementos visuais próprios e com a Internet não é diferente. Sites que tenham um design bem definido, objetivo e que estejam de acordo com a proposta do produto ou do assunto a que deram origem, com certeza serão mais eficientes.</p>
<p> </p>
<p>WebDesign é o Design voltado para a Internet, e Webdesigner é o criador do processo. É importante procurar sempre o bom senso e uma certa sobriedade no estudo e criação de projetos, procurar aplicar os conhecimentos e técnicas na estética sem perder a ousadia e sem esquecer de vez a simplicidade. A tela do computador é o universo em que o Webdesigner deve trabalhar, e nesse universo é ele que decide a disposição de todos os elementos que vão compor o projeto.</p>
<p> </p>
<p>Andrej Grujic</p>
<p>(Professor de Design da Universidade Anhembi Morumbi)</p>
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